
Certa vez encontrei um motivo pra viver, um amor diferenciado pelo qual era motivo de chacota e ninguém entendida. Vivi em função desse amor a tanto tempo que já nem me lembro mais. Passei por altos e baixos, mas esse amor me deu a mão sem saber que estava dando, esse amor me soprava aos ouvidos de uma forma sutil que tudo poderia ser melhor se eu pudesse confiar me mim, estar ao lado das pessoas certas e principalmente continuar no caminho do bem. Eis que ele decidiu partir e, fiquei me perguntando por que essa decisão repentina. Chorei, gritei, tentei impedir mas nada consegui fazer. Tive uma última oportunidade em que pelas circunstâncias não foram bem sucedias. O meu amor se foi e restou um vazio no meu peito que jamais qualquer outro amor poderá preencher. Trinta de outubro de 2010, um possível romance estraçalhado.
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