terça-feira, 10 de agosto de 2010

estrelas


Uma e quinze da manhã, núvens cinzas tomam conta de um céu negro que não mostra o que há de mais precioso em si, a lua e as estrelas. Após algumas horas poderei não estar mais aqui, daqui alguns dias eu poderei estar do outro lado do oceano e talvez seja tarde demais para dizer algumas coisas que não foram ditas. Quem poderá saber se invez de cigarros e lagrimas não seria melhor fingir pelo menos uma vez, quem dera. O meu ego não me deixa mentir para mim mesma, o meu ego não quer me deixar virar mais uma noite ao som de uma melodia calma pensando em coisas sem fundamento. O que seria de mim sem as estrelas? Não teria com quem conversar quando a noite estivesse bonita, não teria um refugio. Quem somos nós sem um refugio, quem dera a vida ser como sonhado quando criança. Quem dera a vida ser planejada e tudo acontecer como se escolheu. As estrelas serão as mesmas onde você for, as vezes aparecerão timidamente, outras aparerão com tanta vontade que irão te seduzir semelhante a uma cantoria de uma sereia. Quando escolher olhar pra trás não quero lembrar que você foi pra mim um sofrimento sem solução e sim que você foi, quem dirá, o amor da minha vida.

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